
O BLOG DO ANDERSON conversou com o prefeito de Tremedal, José Carlos Vieira Bahia, o Zé Bahia, de Avante, que apresentou novidades políticas e administrativas. Ele reforçou alianças, manteve segredo sobre a sucessão e comemorou a aproximação com o ex-prefeito Márcio Ferraz de Oliveira, que deixou a oposição para integrar a base governista. Na oposição, destacam-se Roberto Herbert Meira Rocha (CIVALERG) e a professora Maria Mônica Pereira Ferraz, do Partido dos Trabalhadores.
Sobre a satisfação popular e o trabalho realizado sem auxílio do Governo da Bahia, Zé Bahia destacou: “Claro. É tanto que minha religião com maior votação da história de Tremedal. E o povo, hoje nós entregamos. Tudo que nós comprometemos, nós entregamos o município, entregamos ao povo Tremedal. E é isso porque o povo tá alegre, tá sorrindo. É claro que tem muito por fazer, a gente sabe disso, mas a maioria das obras que nós comprometemos, nós fizemos. As obras que nós fizemos foi com recurso próprio, por emendas. Do deputado federal Sérgio Britto.” O gestor também ressaltou a saúde financeira e os investimentos prioritários. “A saúde também os índices subiram. Então, nós investimos em cima na atenção básica, na saúde, investimos na qualificação de professor. Nós temos a certidão negativa do município e não devemos nada a ninguém.
Nós estamos hoje alcançando o CAPAG B. A usina foi uma emenda do deputado Sérgio BritTo, mas eu destacaria a obra mais importante foi a recuperação que nós pegamos uma creche inacabada e concluímos. Atendendo mais de 300 crianças”, afirmou. Sobre a aliança com Márcio Ferraz de Olviera. “Uma conversa normal de aproximação. Nós aproximamos, conversamos e ele se comprometeu a apoiar o nosso deputado. Eu tenho um lado. Eu não posso quebrar compromisso com o deputado. No momento ele é meu adversário político porque ele interviu na minha eleição. O diálogo político não existe nem vai existir porque alguém que quer tirar o seu mandato, é óbvio que eu não vou ter diálogo.”
Ao avaliar os nomes da oposição e o cenário eleitoral futuro, pontuou. “Candidato ou pré-candidato todo mundo pode ser. Agora, o problema é conhecer o município, não ter história e não ter bagagem política para falar isso. A Mônica foi uma adversária nossa do PT, foi derrotada, mas a gente tem que respeitar. Essa é uma eleição que não se discute agora no momento. A mensagem que eu mando para o tremedalense é que nós estamos trabalhando com um propósito para mudar a Bahia e continuar estruturando Tremedal”, complementa.








































































































































































































