
Uma fraude financeira resultou no prejuízo de R$ 16,5 mil para o barbeiro Firmino Araujo Barbosa, de 31 anos, conhecido na comunidade como Neto. O registro do crime deu-se na 2ª Delegacia Territorial de Vitória da Conquista, sob a condução do delegado Elvander Rodrigues de Miranda. Conforme consta no Boletim de Ocorrência ao qual o BLOG DO ANDERSON teve acesso, o conquistense demonstrou interesse em um carro anunciado no Facebook e iniciou diálogo via WhatsApp. O suposto vendedor alegou que o automóvel ficava em Jequié, solicitando o contato de algum conhecido regional para vistoriar o bem. A vítima forneceu o telefone do amigo Bruno, mas acabou abordada por um terceiro farsante se passando pelo intermediário, que enviou mídias do veículo confirmando a negociação. Confiando nas mídias recebidas, o morador realizou a transferência PIX em favor do investigado. Logo após o envio do comprovante, as conversas cessaram, revelando que o colega jamais vistoriou o transporte e que os arquivos serviram para estruturar a trapaça. Em vídeo gravado para as redes sociais, o trabalhador relatou a perda dos recursos obtidos com a venda do próprio transporte de trabalho: “Pessoal, sou de Vitória da Conquista, na Bahia, me chamo Firmino Araújo Barbosa, o pessoal me conhece mais como Neto. Sofri um golpe essa semana de estelionatários. Eu estava com minha moto, a vendi para poder comprar esse carro. O valor do carro é R$ 16,5 moil e acabei sofrendo esse golpe. Aqui está o boletim de ocorrência que fiz com a Polícia Civil e a transferência Pix que fiz para a conta do bandido, ou do laranja. Peço que compartilhem esse vídeo, qualquer ajuda é bem-vinda. Era o dinheiro que eu tinha da minha moto, agora não tenho mais nem a moto, nem o dinheiro. Entrei em contato com o Nubank fazendo a contestação e só voltou R$ 0,29 deste valor. Disseram que limparam a conta da Stone antes de ser bloqueada. O link da vaquinha está no meu Instagram. Desde já, agradeço a todos e que Deus abençoe”. A Polícia Civil mantém investigações em curso para identificar a autoria e reaver os recursos do trabalhador.
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