
A saúde financeira dos cofres baianos e o ritmo intenso de investimentos realizados pelo Governo do Estado receberam avaliação positiva durante audiência pública na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), nesta terça-feira (17). O presidente da Comissão de Finanças, Fiscalização e Orçamento, deputado José Raimundo Fontes, do Partido dos Trabalhadores, conduziu a exposição do secretário da Fazenda, Manoel Vitório da Silva Filho, ressaltando que o balanço do último quadrimestre reflete a aplicação eficiente de recursos em obras e serviços essenciais. “Não é só uma audiência burocrática e formal. É o momento em que o secretário expõe a situação financeira do Estado. Este último quadrimestre é o mais importante porque reflete o orçamento e a aplicação de recursos de 2025, mantendo nosso Estado entre os que mais investem no país”, pontuou Zé Raimundo Fontes.
O líder do Governo na ALBA, deputado Rosemberg Evangelista Pinto, do PT, também integrou a mesa diretora do encontro constitucional. Os dados apresentados por Manoel Vitório da Silva Filho revelam que a Bahia encerrou o exercício anterior com uma redução nominal de 1,5% em sua dívida consolidada, que passou de R$ 35,3 bilhões para R$ 34,7 bilhões.
O secretário enfatizou que o resultado é fruto de amortizações constantes e do pagamento rigoroso de precatórios, que somaram R$ 1,96 bilhão apenas no último ano. Segundo ele, os números, baseados na Lei de Responsabilidade Fiscal, encerram especulações sobre a estabilidade das contas estaduais. Pelo décimo ano consecutivo, a Bahia consolidou-se como o segundo estado brasileiro que mais investe em termos absolutos. Foram R$ 7,37 bilhões em valores liquidados aplicados em áreas estratégicas como infraestrutura, educação, saúde e segurança pública. “A Bahia precisa desses investimentos”, frisou o secretário, destacando que o governo de Jerônimo Rodrigues manteve o equilíbrio fiscal mesmo com a contratação de novas operações de crédito, garantindo a continuidade de melhorias estruturais em todo o território baiano.

























A Secretaria de Estado de Polícia Militar lamentou a morte e informou que, por determinação do secretário de Polícia Militar, Marcelo de Menezes Nogueira, foi instaurado um procedimento para apurar os fatos ocorridos durante a ação. “Vale informar que os policiais que faziam parte da equipe de agentes que efetuou a abordagem portavam as câmeras corporais. Os dispositivos e as armas utilizadas pelos agentes estão à disposição do procedimento investigativo pela Polícia Civil”, disse a corporação. As investigações estão sendo conduzidas pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). A ministra da Igualdade Racial, Anielle Francisco da Silva, mais conhecida como Anielle Franco, disse em rede social que testemunhas informaram que o carro da médica negra foi confundido com o de criminosos. “Até quando a ausência de políticas eficazes de segurança pública continuará produzindo cenas como essa? Até quando vamos perder pessoas negras para a violência?”, questiona a ministra. Segundo Anielle, a médica atuava há 28 anos no cuidado com a saúde das mulheres. Era ginecologista e cirurgiã-geral. “Sabemos o quanto custa para uma mulher negra acessar a universidade e se tornar médica. É doloroso perder Andréa a tudo o que ela representa”, afirmou Anielle, ao acrescentar que está pressionando as autoridades responsáveis para que haja uma investigação rápida e rigorosa. As informações são da Agência Brasil.
















