
Cinco dias após o último ataque à embaixada brasileira em Berlim, o clima é de apreensão. A polícia alemã ainda não informou se já sabe qual grupo está por trás dos atos, mas funcionários da missão diplomática afirmam ter adotado novas medidas para prevenir outros incidentes.
Todas as vidraças da fachada lateral do prédio foram depredadas e ainda não foram trocadas. São 16, ao todo. Também persistem marcas da tinta preta que foi atirada ali, sobretudo em borrões negros no chão. Os pigmentos vermelhos, despejados sobre a placa na fachada da frente do edifício, já foram removidos.
“Entregamos as imagens das câmeras e tivemos reuniões sobre que medidas adotar, ma, por motivos de segurança, não posso dizer quais providências foram tomadas”, diz Evandro Zago, que chefia o setor de imprensa do órgão. Trabalham ali cerca de 60 pessoas, que não estavam no expediente quando ocorreram os dois ataques, ambos de madrugada. Reprodução Yahoo!.